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Atenção, promoção e prevenção para transformar a saúde

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Como garantir o melhor cuidado em saúde, oferecendo às pessoas a oportunidade de usufruir dos avanços técnicos e tecnológicos da medicina, mas mantendo os custos do serviço sob controle? Foi sobre este grande desafio da saúde suplementar que a diretora técnica da AsQ, Carla Biagioni, escreveu para o Estadão. O texto foi publicado no blog do repórter Fausto Macedo.

A resposta para essa pergunta pode até parecer um paradoxo. Porém, como Carla explica no texto, está longe disso. Para manter os custos sob controle e garantir o melhor cuidado, o essencial é oferecer ainda mais atenção à saúde do paciente. Literalmente. O foco é na saúde e não na doença. A pessoa é central nesse processo, junto com seus hábitos, escolhas e estilo de vida. Ou seja, em vez de focar em tratamento e cura, operadoras e profissionais de saúde preocupam-se principalmente com a prevenção, promoção e entrega real em saúde.

Segundo Carla, a pandemia acelerou a reinvenção do setor. Nos últimos doze meses foi possível ver uma nova saúde corporativa surgindo, priorizando a coordenação de cuidados e modelos abertos. Uma grande inspiração para as mudanças bem do modelo americano de Accountable Care Organizations (ACO). Este modelo passou a ser visto como alternativa para o cuidado à saúde aqui no Brasil.

Como o próprio nome sugere, este modelo é baseado em organizações de atendimento cuja característica principal é a responsabilidade pela coordenação do cuidado. Isto é, a relação que se estabelece entre os prestadores de serviços (médicos, laboratórios, hospitais) e o beneficiário, sempre visando uma entrega de qualidade.

Atualizações são necessárias

Porém, mais do que olhar para fora e mudar a estratégia é preciso atualizar o nosso sistema. É vital implantar novas tecnologias e aderir a gestão integrada, com convergência de informações. A partir dessa base coordenada, conectada à rede de operadoras, com escala de acesso que inclui os usuários, que o cuidado pode ser oferecido de forma integral e integrada. O atendimento em atenção primária é um pilar de sustentação da ACO, assim como a interoperabilidade e troca de informações que facilitam a coordenação do cuidado.

Carla afirma que para adaptar o modelo à nossa realidade, ainda existem algumas dificuldades. Como a assistência baseada na doença, livre demanda e incentivos desalinhados entre pacientes. Além disso, perdemos o hábito de procurar um médico que seja nosso “gestor” de saúde: o médico de família.

Por isso, precisamos evoluir com a integração das informações e ajudar o usuário final a compreender o modelo. Assim, pode se engajar na metodologia e no atendimento proposto, permitindo a entrega real de valor em saúde para ele. Apesar dos desafios de coordenação e integração de dados, o futuro se mostra aberto à evolução das ACOs. Carla acredita que mudar a essência do atendimento e colocar o beneficiário no centro da atenção é o caminho para garantir saúde para os beneficiários com atendimento de qualidade e custos adequados.

Para ler o texto original, você pode acessar o Estadão clicando aqui.

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