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AsQ MoveOn: Chegou a hora de unir conhecimento

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Accountable Care Organization (ACO), Atenção Primária à Saúde (APS), valor em saúde, interoperabilidade, gestão do paciente internado, coordenação do cuidado e navegação em saúde. Além de serem temas do mesmo setor, o que mais essas questões têm em comum? Todas foram debatidas na série AsQ MoveOn, ao longo de 2019.

E para encerrar a série, convidamos Vilma Dias, diretora de relações institucionais na AsQ, Cláudia Conserva, responsável pelo nosso setor de gente e gestão e Marcia Makdisse, mentora estratégica em VBHC para falar sobre saúde e sustentabilidade. A mediação ficou por conta do CEO, André Machado Júnior.

Os desafios da sustentabilidade

Os participantes começaram o bate-papo falando sobre o impacto da pandemia no sistema de saúde, sobre o quanto os gastos foram freados, devido ao isolamento social. No entanto, com o passar dos meses, as pessoas voltaram a utilizar os serviços, todas ao mesmo tempo, dificultando a manutenção da sustentabilidade. Outro ponto de atenção foi o modelo fee for service, que remunera de acordo com os procedimentos realizados, além de aumentar os gastos acaba por não entregar a melhor assistência possível.

“Com o modelo, o desperdício continua, contribuindo para um sistema fragmentado e que não consegue manter a assistência. O que fica é a necessidade de discutir uma nova forma de financiamento, que melhore a qualidade e reduza o desperdício”, pontua Marcia.

O impacto na assistência aos colaboradores

Nas empresas não foi diferente, o custo aumentou. E mesmo diante da crise as empresas passaram a ofertar telemedicina, especialmente no cuidado com a saúde mental. Na AsQ, todas as entregas foram orquestradas. Assim, foi disponibilizada telemedicina para os colaboradores de todo o Brasil e nas Clínicas de APS o telemonitoramento permanente aos colaboradores. “Isso dá segurança para a liderança e tranquilidade para o colaborador. Mesmo quem não é dependente, se mora na mesma casa, essa pessoa pode ter acesso também e isso foi nosso grande diferencial”, conta Cláudia.

A importância da APS

Uma importante aliada para o combate à sinistralidade é utilizar a APS como organizadora do sistema de saúde, onde a pessoa faz o primeiro contato e conta com uma equipe multidisciplinar para seu acompanhamento, que o guie nas melhores escolhas.

“A sinistralidade está apertando cada vez mais o sistema de saúde. Quanto mais livre a gente tiver, maior a probabilidade de se ter custo alto. A liberdade de escolha deve ser preservada quando o pagamento sai do nosso bolso. Quando temos um plano, é importante pensar que se trata de uma coletividade e por isso precisa caber no bolso de todos”, acredita Vilma.

Para finalizar, André contou que a AsQ vai trazer muitas novidades para o sistema de saúde, este ano. Uma delas é a APS Digital, serviço que disponibilizará o cuidado de qualquer lugar, com integração sistêmica entre equipamentos já homologados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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