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AsQMoveOn traz debate sobre a gestão do paciente internado

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paciente deitado na cama, enquanto médico com jaleco branco o examina com estetoscópio

Todos os anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ocorrem 134 milhões de eventos adversos, devido cuidados inseguros em saúde, em hospitais de países de baixa e média renda. Esses eventos acabam ocasionando 2,6 milhões mortes. Um assunto tão importante merece ser debatido, por isso, o Webinar #3 AsQMoveOn, realizado no último dia 08, trouxe o tema: Como gerar mais cuidado e otimizar custos com a gestão do paciente internado.

Com mediação do nosso CEO, André Machado Júnior, que começou o seminário trazendo um panorama do setor, o evento contou com a participação de Wesley Nunes, diretor superintendente da UNIDAS (MG); Thiago Braga, gerente nacional de saúde da ASSEFAZ e Paulo Affonso, gerente executivo de saúde da CASSI.

Impacto financeiro

Além da importância da qualidade assistencial, os eventos adversos acabam causando impacto financeiro. Segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), em 2017, o custo dos eventos adversos, apenas no sistema de saúde privado, foi de R$ 10,6 bilhões. Cada evento adverso grave acaba aumentando o período de internação em até 14 dias, o que diminui o número de leitos e reduz a capacidade de atendimento.

Para Paulo Affonso, a maior parte das internações são importantes e necessárias, mas é preciso que haja gestão do paciente internado e que desde o primeiro dia de internação já se pense na alta segura. “O que ocorre é o uso desnecessário de tecnologia, que coloca a vida do paciente em risco e ainda desperdiça recursos financeiros. Além disso, a inexistência ou baixa cobertura de Atenção Primária à Saúde (APS) para os beneficiários, têm feito com que as pessoas procurem hospitais e pronto-socorro, onde elas se sentem mais seguras e acreditam que estejam recebendo o melhor atendimento. Isso precisa ser mudado, por isso é necessário acesso qualificado, construindo os próximos pontos do sistema à luz da APS”, pontua.

Valor em saúde

O uso de tecnologia é outro fator que precisa de atenção, uma vez que com mais informação a equipe que presta a assistência consegue verificar o histórico dos pacientes e ainda prever e reduzir riscos. “É necessário ter acesso às informações para se ter um desfecho favorável, entregando valor ao paciente”, acredita Wesley Nunes.

A alta segura

Outro fator importante para diminuir o tempo de internação, com consequente redução dos eventos adversos é a alta segura. A desospitalização possibilita ao paciente concluir o tratamento em domicílio. Além melhorar a qualidade de vida das pessoas, com a alta segura, é possível ter leitos dedicados a pessoas com quadro de saúde mais grave.

A boa notícia é que o assunto tem sido cada vez mais debatido. “Percebemos que a discussão em relação a alta segura, começa a migrar para uma resolutividade, com melhor desfecho”, comenta Thiago Braga.

Para auxiliar os planos de saúde na gestão do paciente internado, a AsQ Saúde, conta com equipe especializada de auditores, que realiza visitas aos leitos e avalia a situação de cada paciente. Os auditores verificam se há possibilidade de desospitalizá-lo e em caso afirmativo, essa pessoa será acompanhada em casa para que o cuidado seja realizado de fato, sem prejudicar o paciente e nem a saúde financeira do plano.

 

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